Soltando verbos

 Nos ensinam desde pequenos que o mundo e uma dúvida de paisagens, e que temos um corpo cheio de osos e emoções.

A existencia brevísima pode ser um latido de amor e aventura, um peito maternal cheio de alimento e vida, os protocolos não são feitos para curiosos e teu silêncio pode ser uma esperança que não cicatriza.

Cerimônias espléndidas e inúteis, orgasmo de amor e de espanto, pánicos que esperam o cançaso e o silêncio dessa pequena morte carregada de solidão.

O desejo que se esgota gota a gota, brevísimos apogeos de felicidades, 

Onde está o depois do final??

Tempo definitivo, vitória dos nossos inimigos, a melancolía que sacia a fome do comodismo, seguiremos entre escombros e dúvidas, desconfiando do futuro e velando o passado.


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