Medindo a eternidade

 Estático vejo o mundo lá fora com toda essa vida inevitável, o destino me marcou no seus acasos, eu sei que aqui sentado o relógio pendurado na parede me persegue infinito enquanto mede a eternidade.

O frio é uma desculpa quasse inútil que me engana, estou sentado na cadeira, talvez seja parte dela.

 Azoteias e fumaças dão o cinza  que se funde a esse inverno de chumbo e chuva fina, não sei o que me espera, 

Tenho medo que não volte a primavera...


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