Corações vazios

 O vento dança nas vielas da antiga cidade, limpando suas calçadas desgastadas,

Pessoas caminham em busca de sentidos perdidos, em meio à noite estrelada.

Copos cheios, corações vazios, procuram algo que os console,

Mas na dança das sombras, a solidão persiste, sem controle.

Risos ecoam, histórias se entrelaçam, nessa tristeza que dança,

Nos cantos obscuros das mentes, onde a alegria e suspeita.

No jogo das aparências, máscaras escondem a dor,

Enquanto as horas passam lentas, e trazem o amanhecer sem fulgor,

E assim a madrugada se despede, revelando segredos na penumbra,

Vidas vazias, bares cheios, cada qual com sua busca.

Na efemeridade da noite, reflexões ecoam no ar,

 E nas esperanças renovadas ou perdidas, esperam  o próximo luar.

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