Cobra carinhosa

 Ninguém ama com medo, nem julga a sanidade assumindo a loucura, tantas fantasias que transbordam a duras penas mergulhando num sentimento de melancolia,

Despertar do profundo sono que abraça essa nuvem que  se dissipa, uma canção, uma calmaria, esse sentido de amar sem sentido, um encanto que agoniza naquele adeus,

Quando vemos essa gentileza cheia de artifícios, como um desejo escondido na luxúria, sentimos uma iminente decepção,

 É como cobra que morde e lambe a ferida.

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