Âmbar

Caminho lentamente nessa imobilidade, as vezes invento um sorriso, ou desato uma loucura. Estou na multidão cheia de melancolias,

Nesse tempestuoso desenrolar interminável 
 de sonhos escritos a existência e uma lâmpada de âmbar ou de lua. O que está por vir pode ser um retorno, como um espiral de velhas  feridas,

 Continuo com a paciência que me sobrou de velhas brigas, padecí entre bocas que seguiram cantando, ando antagónico nessa estranha sorte de misericórdia desolada e cicatrizes mal fechadas.

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