Universo entre parêntesis

Meu espelho me compromete tanto quanto meus dilemas , estes últimos são como quimeras com seus arroubos e delírios.
O desamparo irremediável exuma esse pasado que ficou entre parêntesis. 
 
Esse último universo que nos persegue para sempre, e como uma falha na eternidade. Nessa escala delírios ainda temos distrações recorrentes. mais sempre existe alguma brecha, uma surpresa inútil e ferruginosa.

O relâmpago que ilumina esse ódio cego e como numa razão que está sempre em cima do muro, a morte e  um verdugo, e nos somos cúmplices da vida . 

 Agora essa densa distância se confunde com o ócio e a ansiedade, e como um desencontro urgente entre o tédio e o sossego necessário. 

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