Cidade morta

 O dia e a tarde se confundiam nesse outono molhado, 

A noite trazia as sombras cadavéricas da rua empedrada,

Havia esquecimentos e homens que transitaban no tempo ,

Devaneios insônios e pensamentos, golpes de portas onde não havia ninguém,

O rumor solitário da nostalgia irremediável trazia aquele nunca mais me procures,

Um mendigo que procurava no lixo a doçura da alma que um dia o abandonou, chorou silenciosamente uma lagrima de esperança que demorou a chegar, 

Sinais de cidade sumergida em ruas sem nome, e longas histórias mortas ...




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